quinta-feira, janeiro 04, 2007

Começo desde já por saudar os titãs

que por aqui andam. E que por ali também circulam. Portugal, é aliás, um país de titãs. E de seres arcanos. Até acho espantoso como é que num país tão pequenino consegue existir espaço para tanto ego gigantesco. Provavelmente o David Deutsch tem toda a razão. Existem multiversos, e, só assim se explica que possam coexistir, tantos seres maravilhosos neste cantinho, sem que os egos se envolvam em confrontos terríficos de consequências funestas e telúricas. Muito raramente estes seres se afligem uns aos outros. Em geral a coisa passa, por mecanismos primários de defesa, como por diálogos de surdos, por manifestações inóquas de adolescências mal resolvidas, por querelas sem repercussão física.

Em todo o caso devo declarar já a minha reverência perante a profundidade desses seres. Profundidade e amplitude.

7 comentários:

ci4cc disse...

Tá bem... a infelicidade tá ao alcance de todos, mas, dá pra comprar ou temos que fazer nós mesmos?

Cristina disse...

escusavas de nos escarrapachar isso no nariz, pá!

Carlos a.a. disse...

Cautela com a reverência pelas profundidades...
Está bem, como princípio, mas generalizar assim...
Abraço

Animal disse...

ao declarar a reverência convém não esquecer a véniazinha da praxe. até ouvir as vértebras a estalar e a chiar... só assim se manifesta um respeito reverente, quiçá temente, respeitoso e mesmo invertebrado.

são esses titãs que nos podem convidar para uma acessoria...

AC disse...

Cum caragu, cerá calguem cunçegue ler estaescrita? Oh Anarca, tás a escrver em que idioma? Ainda pur sima, açuntos sérius de moscas e vergar a espinha! O ano novu deute volta ó miolo?

Animal disse...

pra çe xegar a açeçôr é preçizu iscrever naqele idiôma isqezito...

100 nada disse...

(parece mesmo o Anarca, isto...mas sem cedilhas, deve ser do pc istranjeiro)